segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Odeio segundas-feiras pt 97

É visível que Murphy, oi?, ou que o meu inferno astral tenha gostado tanto do meu plano que resolveu ficar um pouco mais. E como as segundas-feiras já têm uma forte propensão a serem dias legitimamente murphyanos, a minha começou errada já nas primeiras horas.

Tudo começou porque, mesmo caindo de sono, eu não consegui pregar os olhos enquanto não acabou o Domingo Maior. Eu poderia ter desligado a TV, mas queria mesmo ouvir o final do filme pra saber se a música do Moby está na trilha do primeiro filme da trilogia Bourne.

Finalmente, Morfeu me carregava em seus braços quando acordei, suada e agitada, no meio da madrugada. Mesmo depois de ter-me livrado de um peso de trabalho que se arrastava há algum tempo, o maldito vem me perturbar em sonhos. Ou seria um pesadelo? Acabei custando a dormir novamente, tive meu sono interrompido algumas vezes e, por fim, perdi a hora. E o ônibus.

O taxista de sempre disse que hoje o carro dele estava com vazamento, mas que mandaria outro. Que demorou quinze minutos num percurso que, afirmo seguramente, demoraria cinco. Ele tinha então treze minutos pra me levar até o trabalho, e demorou dezessete. Isso porque ele pulou vários quebra-molas e quase atropelou uma velhinha.

Cheguei na agência já recolhendo informações sobre o problema que teria de resolver e, pela terceira vez esse mês, na hora em que eu ia tentar sair pra ir ao dentista, uma cliente resolve aparecer e pedir ajuda sobre milhagens. Atendi a senhora e saí correndo pra escovar os dentes, disparei para a clínica e dessa vez foi o dentista que atrasou. Quase uma hora. Em jejum, por vinte minutos de boca aberta, ganhei tontura, dor e alguns fios mais no aparelho. E o dia mal começou...

2 comentários:

Nathália disse...

hahahah
Já pensou num banho de sal grosso, numa benzedeira, numa oração forte, num amuleto, numa figa, numa simpatia ou qualquer coisa assim todo domingo a noite?

Renata Prado disse...

Rose, eu já te acompanhava no Diário de Solteiro, e depois que conheci o Lê Duarte, que tanto já me falou bem de vc, resolvi conferir mais de perto. Gosto de me aproximar de pessoas bacanas e que possam ter algo a me acrescentar na vida. Vou acompanhar esse seu espaço pessoal, suas reflexões e vai que de repente a gente uma hora não se ajuda né? Beijo grande!